Em enquadramento urbano, a sua construção é carateristicamente religiosa, quinhentista e neoclássica. No seu interior pode ser encontrada uma pia batismal de finais do século XVI. Junto à cabeceira está a torre sineira, facto do qual resulta os morenses serem apelidados de "escaravelhos".
O espaço foi alvo de obras em 1845, levadas a cabo pela Confraria do Rosário e posteriormente, em 1969, sofreu algumas reparações interiores.