Casa-Museu Manuel Ribeiro de Pavia requalificada
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Casa-Museu Manuel Ribeiro de Pavia requalificada

Casa-Museu Manuel Ribeiro de Pavia requalificada

Já se encontra aberta ao público a Casa-Museu Manuel Ribeiro de Pavia. Requalificada, com uma nova imagem, a Casa-Museu de “o príncipe sem vintém e sem queixas” continua assim a cumprir o propósito para que foi criada em 1984, conferindo-lhe todo o valor que merece. Esta requalificação levada a cabo pela Câmara Municipal de Mora, transformou totalmente o interior do edifício. A visita à Casa-Museu Manuel Ribeiro de Pavia é agora uma verdadeira experiência expositiva com conteúdos inovadores, que envolve o visitante desde o espaço exterior até ao final da sala no 1º piso. No exterior da Casa-Museu foram colocadas nas janelas telas translúcidas impressas e uma estrutura em frente ao edifício que anúncia a exposição temporária. Na receção faz-se a introdução ao artista. Aqui disponibilizam-se conteúdos digitais através de um ecrã interactivo, que tendo a acessibilidade como preocupação, está instalado num espaço adequado para utilização dos visitantes com mobilidade reduzida. Neste ecrã interativo é mostrada toda a exposição presente na Casa-Museu. Esta zona está pintada de preto para, objetivamente, realçar a mensagem que se transmite. No 1º piso apresenta-se a vida e obra do artista, estando presentes três temas base, organizados com várias tipologias de materiais expostos, entre os quais a biografia do artista, citações de amigos e familiares, impressos de originais, retratos e auto-retratos. Sobre os temas: “O Alentejo”, esta zona apresenta uma das partes mais significativas e reconhecidas da obra de Manuel Ribeiro de Pavia, contendo inúmeras paisagens do mundo rural e urbano do Ribatejo, Alentejo e Litoral. “O Sonho”, espaço dedicado à presença da mulher, sendo esta sempre mais simbólica do que carnal, tal como se sabe. Termina com a área para as exposições temporárias, que possibilita tratar com mais profundidade temas recorrentes da obra do artista ou até menos conhecidos, atribuindo assim mais dinamismo à Casa-Museu. “África!” é a primeira exposição temporária que a Casa-Museu Manuel Ribeiro de Pavia alberga, ficando patente até Dezembro de 2021. Esta exposição evidencia a colaboração do artista na nascente literatura colonial portuguesa. De acrescentar que integra as obras expostas um azulejo da autoria de Manuel Ribeiro de Pavia intitulado “O sol é um toiro”, de 1953, trabalhado no Lobito, em Angola. O mesmo pertence à coleção Herdeiros de Mário Dionísio e foi protocolado com a Casa da Achada-Centro Mário Dionísio de Lisboa, para, temporariamente, estar exposto na Casa-Museu. O projeto de requalificação da Casa-Museu Manuel Ribeiro de Pavia esteve a cargo do atelier P-06, o mesmo que idealizou o Museu Interativo do Megalitismo em Mora. A curadoria da Casa-Museu foi da responsabilidade de Jorge Silva. A Câmara Municipal de Mora agradece a todos os envolvidos no processo de requalificação e reabertura da Casa-Museu Manuel Ribeiro de Pavia. “O que pretendo expressar não é, em particular, o quadro da minha vida afetiva, mas sim a aventura quotidiana e fraterna do mundo a que pertenço.” Manuel Ribeiro de Pavia Visite a Casa-Museu Manuel Ribeiro de Pavia! Horário: Terça a Domingo, das 10h às 12h30 e das 13h30 às 17h.
30 de Setembro
No Fluviário de Mora nasce um novo espaço de exposição viva

No Fluviário de Mora nasce um novo espaço de exposição viva

No Fluviário de Mora nasce um novo espaço de exposição viva. O Grande Aquário do Amazonas estará disponível para visita a partir de quarta-feira, 22 de Setembro. O Fluviário de Mora abriu portas em 2007 e, ao longo dos anos, têm sido levadas a cabo intervenções de melhoria e qualificação de todo o edifício e respetiva exposição. Agora, de forma a acrescentar ainda mais dinamismo ao espaço, foi projetado e construído um novo aquário que tem como principal função contribuir para a preservação das espécies nativas do rio Amazonas. Esta nova atratividade do Fluviário de Mora albergará 65 exemplares de 11 espécies diferentes, sendo exemplos os Pacu, Pirarara, Pleco, Tapajos, entre outros. Aqui estão representadas espécies de água doce quente, tanto carnívoras como herbívoras, cujos tamanhos vão dos 40 centímetros até ao 1,50 metros. A escolha dos peixes a habitar no novo aquário foi realizada com base na sua distribuição pela coluna de água. Ou seja, o Grande Aquário do Amazonas acolhe espécies que habitam em diferentes profundidades do rio, uns à superfície, outros de meia água que vivem por norma em cardume, e os peixes de fundo. Também a iluminação deste aquário foi meticulosamente estudada para que possa corresponder às características reais do rio Amazonas, adequando a intensidade da luz consoante a fase dia/noite, conforme a estação do ano. Na parede oposta ao aquário poderá ser vista uma representação em vinil do rio Amazonas, a maior bacia hidrográfica do mundo, com destaque para alguns dos locais da América do Sul por onde o mesmo passa. Aqui poderão ler-se frases que alertam para a necessidade de preservação da biodiversidade do planeta Terra, nomeadamente os peixes nativos. Para a Câmara Municipal de Mora, a disponibilização de um novo espaço expositivo é um marco importante na história do Fluviário. Para além de contribuir para a valorização deste equipamento e do Concelho, releva a causa ambiental que é desde o início uma das imagens de marca do Fluviário de Mora.
17 de Setembro
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