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Cabeção celebra obra que preserva o valor histórico e cultural do Vinho de Talha

Cabeção celebra obra que preserva o valor histórico e cultural do Vinho de Talha

A freguesia de Cabeção viveu, no passado dia 8 de dezembro, um momento de grande significado cultural com a apresentação do livro “Cabeção, terra de vinho de Talha”, no Centro Cultural de Cabeção. A obra, da autoria de José Calado e José Inverno, reúne décadas de memórias, práticas ancestrais e conhecimentos transmitidos entre gerações, assumindo-se como um importante marco na valorização da identidade local. O livro contou com o apoio da Câmara Municipal de Mora, da Junta de Freguesia de Cabeção e da Confraria do Vinho de Talha de Cabeção. Resultado de um extenso trabalho de investigação, o livro resgata factos, testemunhos e tradições que moldaram a história da produção do Vinho de Talha, revelando o seu papel central no património cultural cabeçanense. Segundo os autores, esta obra representa não só um registo documental rigoroso, mas também um tributo à sabedoria popular preservada pelos produtores e pela comunidade ao longo dos séculos. Para Luís Simão de Matos, Presidente da Câmara Municipal de Mora, o livro é um guardião de memórias essenciais para a freguesia e para as suas gentes. Sublinhou também a importância de as novas gerações continuarem a abraçar esta tradição milenar, garantindo a continuidade de um património que distingue Cabeção no panorama vinícola nacional. O Presidente da Junta de Freguesia, António Cunha, reforçou a relevância de valorizar aquilo que é verdadeiramente genuíno na terra, destacando o vinho de talha como uma das maiores riquezas culturais locais. A edição desta obra representa, segundo o autarca, o início de um caminho de maior reconhecimento e promoção. Em representação da Confraria do Vinho de Talha de Cabeção, José Vieira descreveu o lançamento do livro como a concretização de um sonho antigo, capaz de impulsionar o desejado reconhecimento oficial da sub-região de Cabeção como produtora de Vinho de Talha — uma aspiração de longa data dos produtores locais. A obra encontra-se disponível para aquisição junto dos membros da Confraria do Vinho de Talha de Cabeção, constituindo-se como uma peça fundamental na preservação e divulgação da memória coletiva da freguesia.
10 de Dezembro
Jantar de Abertura da XXX Mostra Gastronómica da Caça destacou o evento que segue agora nos restaurantes até 14 de dezembro

Jantar de Abertura da XXX Mostra Gastronómica da Caça destacou o evento que segue agora nos restaurantes até 14 de dezembro

A XXX Mostra Gastronómica da Caça arrancou oficialmente no sábado, 29 de novembro, com o tradicional jantar de abertura realizado na Quinta de Santo António, em Mora. O encontro reuniu cerca de três centenas de participantes e assinalou o arranque para duas semanas dedicadas aos sabores únicos da gastronomia de caça, disponíveis nos restaurantes do concelho até 14 de dezembro. Este ano, a Mostra Gastronómica da Caça celebra 30 anos de existência, uma trajetória marcada pela preservação dos sabores tradicionais, pelo envolvimento da comunidade e pela afirmação do concelho de Mora como referência gastronómica regional. Durante o jantar, os presentes tiveram oportunidade de provar 15 pratos de caça, preparados pelos 13 restaurantes, num convívio marcado pela qualidade gastronómica e pela animação da noite, enriquecida pela atuação da morense Rita Ramalho. Mostra de Caça continua até 14 de dezembro nos restaurantes do concelho Após o jantar inaugural, a Mostra prossegue nos restaurantes aderentes, onde, até 14 de dezembro, será possível saborear uma ampla variedade de pratos de caça: Brotas: O Poço Cabeção: Os Arcos, O Solar da Vila, O Fluviário, Taberna 17, Adega Funda Mora: Afonso, Hélder Ganhão, Sabores de Mora, O Alentejano, Restaurante dos Bombeiros Pavia: O Forno Malarranha: Tasquinha do Jardim Organizada pelo Município de Mora, em colaboração com os restaurantes locais, a Mostra Gastronómica da Caça pretende promover a riqueza da cozinha tradicional, valorizando a caça como produto identitário da região e impulsionando a economia local numa época considerada de menor movimento para a restauração local.
3 de Dezembro
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